segunda-feira, 13 de maio de 2013

Como tratar a Gota




Gota ou "Doença dos Reis" é uma enfermidade causada pelo depósito de cristais de ácido úrico nas articulações.
É uma das principais causas da artrite crônica e pode estar associada ao aumento do ácido úrico no sangue.
Está também fortemente associada com obesidade, alterações do colesterol, diabetes e insuficiência renal.
gota é uma das doenças mais antigas registradas na história da Medicina.
Trata-se de uma doença crônica, não contagiosa, mas que passa pelas gerações de uma mesma família. Estima-se hoje que 2% da população mundial sofra de gota e que entre os doentes, há uma mulher para cada oito homens.
A doença que aparece geralmente após os 35 anos de idade, ocorre devido a um acúmulo de ácido úrico no sangue e isto pode acontecer tanto pela produção excessiva quanto pela eliminação deficiente da substância.
O ácido úrico é uma substância produzida pelo nosso organismo quando da utilização de todas asproteínas que nós comemos na alimentação do dia-a-dia. Numa explicação mais simples, pode-se dizer que quando as moléculas de proteínas dos alimentos são partidas em pedaços dentro do nosso organismo para servir de energia, o que sobra de todo esse processo é o ácido úrico.
É normal que o ácido úrico esteja presente no sangue em quantidades previstas, mas quando ocorre uma produção excessiva ou uma deficiência na sua eliminação pelo rim, a sua concentração no sangue pode aumentar demais atacando principalmente as articulações, provocando a gotaúrica, ou os próprios rins, produzindo cálculos renais (pedras nos rins). A hiperuricemia facilita a precipitação de cristais de ácido úrico no sangue, o que resulta
em um ataque de gota.
Bebidas alcoólicas, principalmente as fermentadas, e alimentos ricos em purina (ervilhas, feijão, carnes, tomate, frutos do mar etc.) são reconhecidamente uma importante fonte para o aumento do nível de ácido úrico no organismo.
O tratamento da Gota visa à normalização do nível de ácido úrico e, geralmente, é feito à base de anti-inflamatórios e drogas que aumentam a eliminação do ácido úrico pela urina ou que inibem a sua produção pelo organismo. Entretanto, para escolher o tipo de tratamento mais adequado para cada paciente é necessário um acompanhamento médico.
Geralmente uma lesão trivial ou um exercício além do habitual pode desencadear os episódios. A obesidade e dietas pobres em carboidratos também são fatores que podem precipitar uma crise.
O consumo excessivo de álcool é outro fator importante, pois pode provocar acúmulo do ácido úrico nos rins e quando isso ocorre, a doença geralmente está em estágio mais grave.
gota pode levar às doenças conseqüentes da hipertensão, como infarto do miocárdio ou derrames.
Contudo, entre os fatores que desencadeiam a crise, o mais importante é a alimentação.
Uma dieta rica em substâncias denominadas purinas (que fazem parte das proteínas) resulta em um aumento da concentração de ácido úrico no sangue e, portanto, alimentos ricos nessas substâncias devem ser evitados.
Entretanto, a restrição rígida de alimentos contendo purinas geralmente é recomendada no estágio agudo da doença, sendo que durante o estágio intermediário das crises, o tratamento dietético para pacientes que se mantém medicados visa uma dieta normal adequada.
Dicas importantes
  • A dieta para pessoa com gota deve ser moderada em proteínas, rica em carboidratos e relativamente pobre em gordura e deve incluir alimentos com baixos teores de purina.
  • O consumo de gorduras deve ser reduzido, pois o excesso diminui a excreção de ácido úrico.
  • Evite o consumo de bebidas alcoólicas. O álcool precipita o ácido úrico, facilitando a formação de cristais.
  • Líquidos como água e sucos devem ser ingeridos à vontade (mais de três litros por dia), o suficiente para que a urina esteja sempre clara. Isso facilita a excreção de ácido úrico e minimiza a possível formação de cálculos.
  • É preciso lembrar que, fora das crises de dor, exercícios físicos são sempre necessários, mesmo que em pouca quantidade, pois não raro, há excesso de peso e vida sedentária entre as pessoas com gota. E a redução de peso é sempre útil e ajuda a reduzir a hipertrigliceridemia que existe em 75% dos pacientes com gota.
  • Não fique longos períodos sem se alimentar. Quem fica muito tempo sem comer é candidato em potencial a ter uma taxa elevada de ácido úrico. Isso porque, em jejum, o corpo acaba degradando a proteína muscular como fonte de energia, gerando uréia como um dos seus subprodutos.
  • Medicamentos, quando receitados, devem ser seguidos por todo o tempo recomendado, pois podem ter efeito incompleto se interrompidos.
  • Para finalizar, é preciso ter em mente que a gota é uma doença crônica e grave, capaz de provocar muita dor e desconforto se não for tratada com seriedade pelo doente. Por isso, é necessário tratar a doença, muitas vezes para o resto da vida. Portanto, o seu médico poderá lhe orientar nos exames necessários para avaliar o quanto de ácido úrico o seu organismo está formando e excretando e se você está ou não comendo demais alimentos com altos níveis de purinas.
  • Por:
    Renato Romani
    Clínico geral, especialista em medicina do esporte - CRM-SP 99.950

    sexta-feira, 10 de maio de 2013

    QUEDA DE CABELO




    A queda de cabelo é um problema capaz de tirar o sono de muita gente. Muitos homens e grande parte das mulheres têm horror a ideia de ficar sem sua cabeleira. Existem diversas coisas que podem causar para a queda capilar, e diversas formas de tratá-la. Vamos ver agora alguns dos motivos para a queda de cabelo, como evitar e como resolver.

    Causas e Soluções para a Queda de Cabelo:


    Fatores Genéticos:

    Algumas pessoas têm uma predisposição genética à queda de cabelos. Embora este tipo de problema seja mais comum em homens, cerca de 25% das mulheres no país têm tendência a perda de cabelo. Este tipo de queda não é acentuada, mas é lenta e progressiva, especialmente na frente da cabeça e no corocuto. Em alguns casos, se torna possível até ver o couro cabeludo. Tende, também, a piorar com a idade, se tornando cada vez mais intensa após os 70 anos.

    O Que Fazer?

    Se você tem relatos de calvície na família e não quer ficar sem suas madeixas, procure um dermatologista especialista na primeira aparição dos sintomas. Eles irão definir quais formas de tratamento são mais indicadas no seu caso, entre medicamentos, carboxoterapia, tratamentos a laser e até transplante foliculares.

    Seborreia:

    A tão temida caspa pode gerar queda de cabelo acentuada em casos mais graves, pois o fungo ataca o couro cabeludo, fragilizando-o.

    O Que Fazer?

    Mais uma vez, o indicado é procurar a orientação de um dermatologista. Podem ser precisas muitas tentativas diferentes antes de se conseguir um tratamento que ajude a acabar com o problema, mas não desista. Quase sempre, a seborreia está ligada ao stress, então uma mudança de estilo de vida pode ser necessária. Em casos graves de ansiedade (que pode se manifestar em dificuldade de concentração, insônia, ou diversas outras pequenas formas), pode ser indicado também a consulta com um psiquiatra para avaliar a necessidade de medicação complementar.

    Anemia:

    A anemia é a falta de glóbulos vermelhos no sangue. Os glóbulos vermelhos são responsáveis por carregar o oxigênio através do corpo. Portanto, quando há anemia, diversas regiões tornam-se pobres em oxigênio, o que prejudica o funcionamento das células. Isso reflete em sonolência, cansaço extremo, amarelamento das palmas das mãos e pés, assim como da pele sob os lábios e olhos, diminuição ou ausência da menstruação e também na queda de cabelo.

    O Que Fazer?

    Se o exame de sangue acusar anemia, é sinal que sua dieta precisa ser enriquecida de ferro. Verduras verde-escuras como brócolis, o agrião, o espinafre e similares são ricos em ferro. Ele também pode ser encontrado na carne vermelha, sobretudo no fígado, no feijão e na lentilha. Em casos mais graves, pode ser recomendado pelo médico a ingestão de suplementos de ferro, semelhantes aos usados por grávidas e recém-nascidos; e até mesmo injeções de ferro. Lembre-se que o excesso de cafeína atrapalha a absorção de ferro, enquanto a vitamina c auxilia o caso.

    Dieta Pobre em Proteína:

    Todas as espécies de alimentos são importantes para manter um funcionamento equilibrado do corpo. Mesmo os vegans ingerem proteínas não-animais, como a carne de soja. A falta de proteína pode causar outros graves danos ao corpo, sendo a queda de cabelo um sintoma de inicial a médio.

    O Que Fazer?

    Aumentar a ingestão de proteínas é a única saída. Carnes, ovos, queijos e preparados de soja devem fazer parte da dieta diária.

    Problemas na Tireoide:

    O mal funcionamento da tireoide pode gerar inúmeros problemas, como alterações de peso, humor e a queda de cabelo. A tireoide é responsável por regular o envio de hormônios para o corpo, e quando está desregulada, envia quantidades excessivas ou insuficientes que fazem com que o folículo capilar não esteja bem “alimentado” dos hormônios necessários para o crescimento e manutenção dos fios.

    O Que Fazer?

    É preciso um tratamento conjunto para resolver o problema. O mais importante é garantir que a tireoide esteja novamente equilibrada, então o problema ira acabar e quase sempre é revertido. O tratamento hormonal deve ser feito pelo seu ginecologista ou por um endocrinologista.

    Químicas e Tinturas:

    A ação da química e da tintura são sobre os fios e não sobre o couro cabeludo. No entanto, em casos de alergia, pode levar a queda de cabelo em grandes quantidades e rapidamente. É uma reação do corpo contra a substância usada. O uso frequente demais (o ideal é que o intervalo seja de, ao menos, 30 dias) também pode gerar problemas de queda.

    O Que Fazer?

    O ideal é que antes de aplicar qualquer química, se faça o teste na nuca ou em outra parte próxima da pele e não usar caso haja algum sinal de alergia. Se você descobrir tarde demais, suspensa imediatamente a química.

    Pentear e Prender:

    É preciso ter cuidado para não danificar o cabelo com penteados apertados demais, como tranças (estilo rastafári), dreads, coques, rabos de cavalo e penteados embutidos. Eles não causam real queda de cabelo, mas fragilizam os fios, que quebram e caem, dando a aparência de perda capilar.

    O Que Fazer?

    Tomar cuidado durante o desembaraçar do cabelo e dar espaço entre os penteados, não dormir de cabelo preso.

    Doenças:

    Algumas infecções e fungos podem gerar a queda de cabelo, assim como quase todas as doenças autoimunes, em especial a Alopacia Areata.

    O Que Fazer?

    No caso de infecções e fungos, é importante reforçar o sistema imunológico. A vitamina C ajuda neste caso. Quanto se trata de doenças autoimunes, o tratamento padrão com esteroides faz com que o cabelo volte a crescer.

    Pós-Parto:

    As mudanças do corpo durante e após a gravidez são muitas. Da mesma forma que bebês costumam nascer com cabelos e perdê-los após o quarto mês, as mães também tendem a perder grandes quantidades de cabelo entre dois e seis meses após o nascimento da criança.

    O Que Fazer?

    Geralmente, o problema é temporário e o cabelo volta ao normal ou próximo disto após algum tempo. É comum, no entanto, como com qualquer outra grande mudança hormonal, que eles mudem de volume, forma e até coloração dos fios. Se o problema for muito grave, ou persistir além do primeiro semestre, consulte sua ginecologista/obstetra.


    Fonte:http://saude.culturamix.com

    quarta-feira, 8 de maio de 2013

    Zumbido é sintoma de problemas que vão do estresse à perda de audição





    Formas mais graves de zumbido podem levar a depressão, insônia e incapacidade
    Som do apito de uma panela de pressão, barulho do chuveiro ou canto da cigarra constante. É assim que as pessoas que têm zumbido no ouvido descrevem o som que ouvem diariamente. Trata-se de um barulhinho que está sempre lá - pode até passar despercebido às vezes, mas em outras ocasiões chega a ser enlouquecedor.

    Cerca de 17% da população mundial têm zumbido, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, o que corresponde a cerca de 278 milhões de pessoas. Só no Brasil o problema atinge 28 milhões. A maioria dos pacientes que sofre com o problema se refere a ele apenas como um incômodo. Porém, quem sofre com a forma grave de zumbido relata casos de muito sofrimento, que pode acarretar depressão e insônia, afetar a qualidade de vida e prejudicar a capacidade de executar atividades rotineiras como trabalhar ou estudar.

    "Alguns pacientes não se incomodam com o barulho, outros se sentem desconfortáveis a ponto de não conseguir dormir direito ou realizar suas atividades normalmente. Estimativas revelam que em 80% dos casos, o zumbido é bloqueado pelo cérebro e o indivíduo não sente incômodo. Porém, cerca de 15% dos pacientes sentem indisposições com o zumbido e 5% têm o chamado 'zumbido incapacitante', que compromete a vida profissional, social e a saúde", aponta Rita de Cássia Cassou Guimarães, especialista em otorrinolaringologia e otoneurologia e coordenadora do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba).

    O zumbido, também conhecido como tinnitus ou tinido, é definido como um som  nos ouvidos ou na cabeça sem a presença de uma fonte externa. Ele não é uma doença, mas sim o sinal de que alguma coisa está errada. Na verdade, ele pode ser o sintoma de mais de 200 problemas de saúde, que vão de questões odontológicas até psicológicas, passando por questões hormonais, doenças do labirinto, alterações vasculares, problemas musculares e aumento do colesterol.

    Porém, a causa mais frequente do problema é a perda de audição. "Nove em cada dez pacientes têm perda auditiva", afirma Guimarães. "Vale lembrar que o zumbido não causa surdez, mas a surdez pode provocar zumbido", diz. Envelhecimento, exposição a ruídos, medicamentos, doenças e até traumas cranianos podem causar alguma lesão na estrutura do ouvido, o que pode acarretar perda de audição e o zumbido.

    INFORMAÇÕES E TRATAMENTO

    • Reprodução Bandenews
      Entender melhor o problema, tendo apoio social além de médico, contribui significativamente para enfrentar e até a resolver os casos de zumbido.
    • Assim que o zumbido surge, deve-se procurar um especialista em otorrinolaringologia. Quanto mais cedo isso for feito, maior é a chance de se ter sucesso no tratamento. O otorrinolaringologista realizará uma série de exames para buscar identificar a causa do zumbido.

      O maior desafio no tratamento do zumbido é justamente descobrir sua causa, já que ele está relacionado a mais de 200 motivos. Como as causas são variadas, a intervenção deve ser multidisciplinar. Odontologia, psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia são algumas das áreas que atuam em conjunto para cuidar dos pacientes.

      O tratamento pode ser feito por meio de medicamentos, cirurgias, fisioterapia, terapias etc., dependendo das causas do zumbido.

      "Não existe um tratamento específico. O que se faz é uma busca das causas e então é feito o tratamento destas causas, personalizado para cada caso", explica Mezzalira.

      A melhora no zumbido também depende do grau de informação do paciente. Saber mais sobre o problema pode ajudar muito no tratamento. Ter apoio para desmistificar o problema e conseguir lidar melhor com ele também.

      "A participação em grupos de ajuda, como o Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ), é essencial para a desmistificação do zumbido e atualização", diz Guimarães.

      Existem outros grupos que também dão suporte às pessoas que sofrem com zumbido no ouvido, como o Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido (GAPZ), que tem centros em São Paulo, Campinas, Curitiba, Brasília, Salvador, Rio de Janeiro e São José do Rio Preto, e o Grupo de Apoio Nacional a Pessoas com Zumbido (GANZ), que esclarece dúvidas online.
    Razões emocionais

    Mas o zumbido também pode ter razões emocionais. Sentimentos como depressão, frustração e nervosismo podem causar o problema. Uma das razões que explicam essa relação é que situações de muito estresse ou ansiedade, por exemplo, podem resultar em apertamentos exagerados da musculatura mastigatória (como o bruxismo), que causam a compressão de áreas vascularizadas próximas aos ouvidos, e os sinais enviados ao cérebro são interpretados como zumbido.

    O mesmo acontece em casos de má oclusão dentária e excesso de força na musculatura facial. "Os aspectos odontológicos podem causar o zumbido, influenciar a sua intensidade ou agravar o quadro quando o sintoma já existe por outros motivos", destaca o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, membro do GIPZ Curitiba.

    Mas não é só isso. Os especialistas afirmam que as emoções negativas também podem agravar a percepção do zumbido. Isto é, se a pessoa não está bem emocionalmente, então o cérebro dará mais atenção ao zumbido. O paciente pode até dizer que o zumbido aumentou, mas na realidade é a sua percepção que está mais aguçada devido aos pensamentos negativos, que induzem o cérebro a identificá-lo como uma ameaça.
    "O grau de incômodo depende da importância que a pessoa dá ao seu zumbido e da associação dele com emoções negativas. Este é um dos motivos pelos quais é muito importante que o tratamento seja iniciado o mais precocemente possível evitando que estas associações negativas ocorram", alerta a professora do Departamento de Otorrinolaringologia, Área de Cirurgia em Cabeça e Pescoço da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp Raquel Mezzalira.

    Cigarro e celular
    Um estilo de vida saudável é essencial para evitar o zumbido, ou ao menos amenizar seus efeitos. Pesquisa realizada pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) apontou que os fumantes têm mais chances de desenvolver o problema.

    A pesquisa avaliou 72 fumantes e 72 não fumantes, e concluiu que quase metade dos fumantes avaliados tiveram problemas auditivos – 40% deles zumbido.  Deficit de oxigenação no sangue, obstruções vasculares e alterações na viscosidade sanguínea provocados pelo cigarro seriam as possíveis razões que levariam ao problema, de acordo com a pesquisa.

    A ingestão de bebida alcoólica também estaria relacionada ao agravamento do problema. O álcool não seria responsável pelo surgimento do zumbido, mas várias pesquisas comprovam que a ingestão frequente ou em altas doses piora, e muito, a sensação do zumbido.

    Pesquisas recentes também relacionam o uso frequente do celular com a piora da condição. Um estudo feito na Universidade de Viena, na Áustria, publicado noOccupational and Environmental Medicine, apontou que pessoas que usam o celular frequentemente e por períodos prolongados têm 70% mais chances de desenvolver zumbido no ouvido.

    A explicação é que a energia gerada pelo telefone é afunilada no canal auditivo e que os ossos do ouvido acabam absorvendo todo esse impacto, o que gera o zumbido.

    Alimentação saudável

    Pode parecer mentira, mas uma alimentação equilibrada é fundamental para manter também a saúde dos ouvidos. Maus hábitos alimentares, como abusar da ingestão de doces e alimentos gordurosos, ter uma dieta pobre em vitaminas e minerais ou ficar sem comer por períodos prolongados, são constantemente associados por especialistas com o zumbido. "Erros alimentares com abuso da ingestão de doce e cafeína e períodos prolongados de jejum são causas comuns de zumbido", diz Mezzalira.

    Por outro lado, uma dieta balanceada pode ajudar – e muito – a reduzir o problema. Evitar cafeína, doces, alimentos gordurosos e sal em excesso, assim como beber muito água, preferir alimentos frescos e integrais e uma dieta rica em frutas e verduras podem fazer a diferença. Alimentar-se bem se reflete na saúde e no bem-estar, e ajuda o paciente a lidar melhor com o problema – além de contribuir para que o tratamento seja bem sucedido.

    segunda-feira, 6 de maio de 2013

    Saiba mais sobre os benefícios da beterraba para a saúde




    Alimento possui antioxidantes que combatem o envelhecimento, além de melhorar o sistema imunológico
    A beterraba é um alimento muito nutritivo, sendo rico em ferro, além de sódio, magnésio, cálcio, fósforo, fibras e vitaminas A e C. Tudo isso já faz valer a pena o seu consumo para o bem de sua saúde. No entanto, os seus benefícios são extensos.
    Este alimento contém ainda ácido fólico, um composto essencial para as gestantes, pois ajuda na boa formação do tubo neural do feto. Recentemente, uma pesquisa feita pela Associação Americana de Hipertensão comprovou que a ingestão de um copo de suco de beterraba por dia foi capaz de baixar a pressão arterial de homens e mulheres com hipertensão.
    Segundo a nutricionista Cyntia Bassi, do Hospital e Maternidade São Cristóvão, a substância betalaína contida na beterraba (e que confere a sua cor vermelha escura) é uma das mais importantes do alimento: “Esta substância é um ótimo antioxidante natural, agindo contra o envelhecimento celular e reduzindo o risco de alguns tipos de câncer”, diz a profissional.
    Além disso, a vitamina A da beterraba auxilia no bom funcionamento da visão, enquanto as vitaminas do complexo B melhoram o sistema imunológico, assim como a vitamina C que também possui ação antioxidante.
    A beterraba é uma boa fonte de açúcar, mas, de acordo com a nutricionista, mesmo quem é diabético pode consumi-la moderadamente: “Por seu teor de glicose, deve ser adaptada dentro de um contexto de uma alimentação saudável, porque é rica em fibras que auxiliam no controle glicêmico” explica a nutricionista.
    O consumo deste alimento ainda está ligado a um melhor aproveitamento dos músculos por ser uma fonte de energia, além de aumentar a dilatação dos vasos sanguíneos, o que está ligado à melhora do fluxo de sangue e passagem de oxigênio.
    Na hora da compra desse alimento, verifique se ele não tem rachaduras e manchas. A beterraba deve ter a intensa e num tamanho pequeno ou médio, esses cuidados garantem melhor preservação dos nutrientes, mais sabor e maciez.
    “Para preparar o suco e aproveitar seus benefícios, basta bater no liquidificador, uma beterraba grande descascada e picada, com o suco de quatro laranjas, coar e beber em seguida. O suco garante o consumo dos nutrientes da beterraba”, finaliza a nutricionista.

    quinta-feira, 2 de maio de 2013

    Fome notura




    Existe uma forma de alteração de comportamento que chamamos de fome noturna. Um comportamento que leva a pessoa a um aumento de peso significativo. Não existe nessa situação nenhuma relação com a parte endócrina, nenhuma disfunção hormonal .Os comedores noturnos, devem procurar analisar o que está errado em sua alimentação, do porque está sentindo fome no meio da noite .

    A grande maioria da vezes, esse comportamento aparece em função de uma dieta mal equilibrada, pois as pessoas seguem uma dieta muito restritiva durante o dia, e acaba por gerar ciclos de compulsão a noite, não conseguindo se controlar , acordando no meio da noite com uma fominha incômoda.

    Nesses episódios, a pessoa tende a comer o que encontrar pela frente, quando abre a geladeira como comidas geladas, pão, doces, bolachas... e tudo o que não for light, e o pior, sempre em quantidade exagerada.

    Assim, a pessoa vai para a cama , e o corpo em repouso não irá queimar calorias, o organismo funcionando em forma mais lentificada, o que facilitará o acúmulo de gordura no corpo, e quando a pessoa acorda, sente-se culpada, e essa culpa faz com que ela se prive novamente durante o dia, e assim um novo processo vicioso se inicia.

    Como as outras pessoas da casa estão dormindo e, não verão que ela está comendo, pensarão que você é uma coitada que não come e não emagrece ! O melhor se tem esse comportamento, é que tem a fazer é procurar um terapeuta especializado em transtornos alimentares e uma nutricionista.

    Dicas:


    Faça uma alimentação equilibrada durante o dia, reveja seus hábitos alimentares, coma a cada três horas, não pule refeições , coma devagar e com variedade e qualidade.


    Procure cuidar de suas emoções, faça uma terapia, para que não utilize a comida como forma de compensação. Existem muitas emoções e ou situações, que servem como disparador de um ciclo compulsivo.


    Evite tomar café ou mesmo fazer exercícios físicos em excesso a noite , pois pode dificultar seu sono, aumentando a possibilidade de uma visita noturna na cozinha.

    De forma alguma se automedique , não utilize diuréticos , laxantes ou mesmo moderadores de apetite sem consultar um médico, como forma de amenizar a culpa de ter atacado a geladeira.

    A mudança de comportamento é imprescindível nesse processo, e se você despertou e não consegue voltar a dormir, leia um livro, ouça uma música relaxante, tome um banho quente .

    Quando fazemos uma Reeducação Alimentar e Reeducação Afetiva, podemos visualizar um processo efetivo tanto para o descontrole alimentar, quanto em relação a uma postura de vida saudável e equilibrada.

    Fonte: Luciana Kotaka

    terça-feira, 30 de abril de 2013

    Hidrate e ilumine seu rosto com a máscara de ouro



    Um dos metais mais preciosos do mundo tem também o poder incrível de deixar a pele mais firme, hidratada e iluminada. A moderna máscara de ouro tem sido usada nas melhores clínicas de estética do país e melhorando a aparência de homens e mulheres.

    Feita a base de ouro 24K, ela é uma excelente opção para quem quer preparar a pele para o verão, período em que a pele mais sofre com a exposição ao sol. "Devido ao seu alto poder de hidratação profunda, ela se tornou uma das opções mais eficazes para quem quer manter a pele bonita e livre dos danos geralmente causados pelo verão", explica a esteticista Marília de França Gonçalves, do Zahra Spa & Estética.

    Além de hidratar, a máscara melhora a textura, elasticidade e firmeza da pele.

    As máscaras podem ser usadas por homens e mulheres com a pele estressada e que estão com a aparência abatida. Elas também dão novo ânimo ao semblante de pessoas que fizeram dietas rigorosas porque sempre aumentam a luminosidade e a vitalidade.

    São recomendadas, cerca de quatro a cinco sessões para um resultado excelente. Primeiro, a esteticista faz uma higienização da pele, seguidos por uma esfoliação e massagem. Com a pele limpa, é feita a aplicação da máscara. Após a remoção do ouro, finaliza-se o tratamento com a aplicação de filtro solar.
    Segundo Marília, que é especialista em estética facial, o ouro é um importante elemento porque tem virtudes energizantes.

    "Graças aos seus benefícios, a pele se revitaliza e permanece imunizada contra os efeitos do tempo. Dessa forma, ele é eficaz na regeneração celular e na proteção contra os radicais livres que acabam provocando o envelhecimento precoce".
    A máscara de ouro possui uma espécie de lifting, é tem base na oligoterapia ou terapia ortomolecular que tem o objetivo de repor os minerais do organismo, perdidos com o tempo.

    Além do rosto, a máscara de ouro pode ser aplicada também no colo e pescoço, deixando nessas áreas uma aparência mais clara, sedosa e hidratada, além de claro, reduzir linhas de expressão.

    segunda-feira, 29 de abril de 2013

    Como Ocorre o Soluço e de Onde Ele Veio?




    Contração involuntária do diafragma que pode se repetir várias vezes por minuto. Na medicina é conhecida como vibração síncrona do diafragma para o ato de pegar a própria respiração enquanto soluçava. Representa ação involuntária envolvendo arco reflexo. Soluços podem ocorrer de modo individual ou em ataques. O ritmo tende a ser constante.

    Em geral os ataques de soluços se resolvem sem intervenção, embora remédios caseiros sejam por vezes utilizados para tentar encurtar a duração. O tratamento médico é necessário em casos de soluços crônicos. De fato existem hipóteses diferentes sobre como ocorre os soluços.
    Hipóteses Filogenéticas
    Tem sido proposto que o soluço é um resquício evolutivo de respiração anfíbia. Girinos engolem o ar e água através das guelras, semelhante aos mamíferos. As vias motoras permitem tipos precoces durante o desenvolvimento fetal antes de permitirem forma de ventilação normal.
    A teoria da recapitulação do soluço antecede à respiração moderna do pulmão. Além disso, soluços e anfíbio são inibidos por elevada presença de CO2 e pode ser parado por GABAB e receptores agonistas, ilustrando possível fisiologia compartilhada e evolutiva na herança.
    As propostas podem explicar por que bebês prematuros gastar 2,5% do tempo soluçando, engolindo como anfíbios de modo possível porque os pulmões ainda não estão formados por completos.
    Soluços fetais intrauterinos são de dois tipos. O fisiológico ocorre antes de 28 semanas após a concepção e tendem a duração de cinco a dez minutos. Esses soluços são parte do desenvolvimento fetal e estão associados com a mielinização do nervo frênico, responsável por controlar o diafragma torácico.
    A hipótese de filogenia explica como o reflexo do soluço pode ter evoluído. A ideia é questionável devido à existência da alça aferente do reflexo, o fato de ele não explicar a razão para o fechamento da glote e devido à contração curta do soluço improvável que tenha efeito com reforço significativo para contrair os músculos da respiração.
    Liquidação do Ar no Estômago
    Explicação que surgiu em 2012 sugere que os soluços podem ter evoluído junto com outros reflexos desenvolvidos em mamíferos que lhes permitam coordenar a respiração e leite de sucção.
    Soluços são encontrados apenas em mamíferos, comuns em crianças, tornando-se mais raro como o passar da idade. Isto pode sugerir que evolui para permitir fuga do ar retido no estômago, o que permite leite a ser ingerido.
    A hipótese sugere que a bolha de ar no estômago estimula a parte sensorial do reflexo de receptores no estômago, esôfago e ao longo da membrana. Isto provoca soluço, que criado por sucção no peito, puxando o ar a partir do estômago para cima e fora através da boca. A teoria é suportada pela tendência forte das lactentes em obter soluços.
    Sintomas e Causas do Soluço
    Série única com respiração e espasmos do diafragma, com espaçamento de duração variável. Está acompanhado de tremor corporal no abdômen, ombro ou pescoço. A vítima pode reclamar de interrupções breves, com dor ocasional na respiração, garganta, peito ou abdômen.
    Quem come de modo rápido pode desenvolver soluços. Álcool, pães secos e alguns alimentos picantes também são responsáveis por desenvolver. Pessoa que consume alimento em excesso de uma só vez traz chances significativas de desenvolver ataques de soluços. Desencadeados por série de condições-humanos. Raramente, podem ser sinal de problemas médicos sérios.
    Irritação da Medula
    Relatos de casos clínicos mencionam que a lesão da medula que envolve a área pouco ventral e lateral para o trato solitário causa soluços. Explicação ao achado é que tal machucado “irrita” descendo do núcleo solitário ao núcleo frênico.
    O núcleo frênico consiste de grupo relacionado de modo funcional aos corpos celulares no corno ventral. Axônios decorrentes do núcleo frênico compõem o nervo frênico que inerva o diafragma.
    O resultado de soluços espasmódico rebaixa o diafragma, causando tosse acentuada e inspiratória. Tronco cerebral traz lesões envolvendo a área ventral e lateral para o núcleo e resultado do trato solitário em soluço.
    Tratamento ao Soluço
    Inúmeras soluções médicas existem, mas nenhum tratamento especial é conhecido por ser eficaz. Fármacos são usados com vários inibidores da bomba de protões. Soluços podem ser causas secundárias de outra doença, como o refluxo gastroesofágico ou membranas esofágicas tratadas no distúrbio subjacente.
    Tratamento simples envolve o aumento da pressão parcial de CO2 e atividade no diafragma inibindo a respiração em saco de papel. Estimulação do nervo vago pode melhorar soluços, como engolir pão seco, gelo picado ou a aplicação de tração para a língua, estimulando o reflexo de vômito.
    O nervo frênico pode ser bloqueado de modo temporal com a injeção de 0,5% em procaína, de modo bilateral ou de outras formas de destruição cirúrgica.
    Uma abordagem anedótica médica é a instalação de lidocaína no ouvido externo. De alguma forma, isso cria um nervo vago, provocando reflexo através das extensões para o ouvido externo tímpano. O efeito pode ser imediato e duradouro depois de expirar o efeito de lidocaína em cerca de duas horas.
    Soluços são tratados medicamente apenas se estiverem em níveis graves e persistentes (denominados “intratáveis”), como no caso de Jennifer Mee, uma mulher de 19 anos que, em 2007, soluçou de modo constante por cinco semanas em sequência.
    Tratamento eficaz com sedativos requer dose que torna a pessoa inconsciente ou letárgica. Medicar usando sedativos pode ser apropriado apenas no curto prazo. O indivíduo afetado não pode continuar com as atividades normais de vida.
    Soluços persistentes e intratáveis devido ao desequilíbrio eletrólito podem beneficiar ao beber uma bebida gaseificada contendo sal para normalizar o equilíbrio de potássio de sódio no sistema nervoso.
    A administração nasal de vinagre foi encontrada para aliviar os soluços crônicos e graves de uma menina de três anos de idade japonês. O conteúdo pode estimular a parede dorsal da nasofaringe, onde o ramo faríngeo do glossofaríngeo nervoso está localizado.
    Bryan R Payne, neurocirurgião da Universidade Estadual de Louisiana, obtém sucesso com procedimento experimental em que um nervo vago estimulador é implantado no peito do paciente para casos de soluços intratáveis. O tratamento envia rajadas rítmicas de energia elétrica para o cérebro por meio do nervo vago, que passa através do pescoço.




    quinta-feira, 25 de abril de 2013

    Como Hidratar os Calcanhares




    Se você passa muito tempo usando sandálias, provavelmente está intimamente familiarizado com pés secos e calcanhares rachados. As sandálias de calcanhar aberto também não suportam a almofada de gordura por baixo do calcanhar, o que pode causar calos para dividir e rachaduras. Outras causas de calcanhares rachados incluem pele seca, psoríase, obesidade e diabetes. O melhor tratamento para calcanhares rachados é impedi-los de se desenvolver em primeiro lugar. Há algumas coisas que você pode fazer para reduzir a dor e o desconforto e ter calcanhares mais bonitos.
    Homens e mulheres podem desenvolver rachaduras profundas nos calcanhares por conta da pele seca, psoríase, eczema, excesso de peso e ficar em pé o dia todo ou usar sapatos de salto aberto na parte de trás, que muitas vezes ate faz a pele do calcanhar tocar no chão. Fatores como carregar peso em excesso ou ficar de pé durante todo o dia no trabalho pode fazer com que as bolsas de gordura sob os calcanhares se expandam para os lados. Quando isto acontece, se a pele que cobre o calcanhar não é maleável, ou se um calo já existe, a pele é mais provável de rachar. Além de ser feio, se as rachaduras são graves, elas podem causar dor e incomodar seu andar.

    Rale os Pés com a Ajuda de uma Lixa em Casa
    Ralar os pés para evitar e remover rachaduras é uma medida antiga, dos tempos dos seus avós. O ato simples pode ser feito em casa com a pele mole depois do banho e dura apenas alguns minutinhos. Você pode deixar os pés na água por algum tempo e aplicar o produto. Compre lixas para ralar os pés em lojas de produtos para manicure ou produtos de beleza em geral. Custa menos de R$ 5 um bom ralador ou uma pedra pomes e use até que ele não tenha mais efeito. A pele deve cair no chão, então fazer isso no banheiro é a melhor pedida ou sobre um pano.
    Use um ralador de pés delicadamente ou uma pedra pomes para ajudar a remover alguns dos calos que normalmente causam rachaduras e se abrem em resposta à redistribuição da gordura abdominal em seu pé. Isso pode ser muito doloroso de fazer se você tiver rachaduras ou fissuras profundas em seu calcanhar, mas aqueles que possuem rachaduras leves, ainda em desenvolvimento, não devem ter nenhum problema. Tal hábito deve reduzir o desenvolvimento de rachaduras adicionais.
    Não rale demais, ou você vai ter problemas. A proteção do seu pé será removida se você exagerar na ralação e podem surgir doenças de pele na região.
    Evite deixar seus pés de molho por longos períodos em água quente e sabão. A água quente e sabão aumentam a secura da pele e pode tornar as rachaduras ainda piores. O melhor é usar apenas água se você quer ralar os pés e quer apenas amolecer a pele da região.


    Faça uso de Hidratantes nos Calcanhares
    Aplicar hidratante nos calcanhares é uma medida simples e sempre apresenta um bom resultado em curto espaço de tempo. Bons produtos estão no mercado hoje, alguns voltados apenas para os cuidados com os pés. Para ter um bom efeito em pés já danificados, hidrate os calcanhares com rachaduras duas ou três vezes ao dia. Alguns especialistas recomendam a aplicação de hidratantes mais consistentes, que fazem o máximo para manter a pele hidratada, ou usar um óleo cde bebê após o banho para ajudar a manter a umidade do pé.
    Evite usar hidratante ou óleo ao colocar sapatos fechados. Isso vai deixar o seu pé úmido. Com a ação do calor, podem surgir fungos e bactérias, causando doenças de pele sérias. Também não coloque no solado do pé, ou o sapato ou sandália pode ficar deslizando(principalmente se for um óleo).
    Esfregue o creme em seus calcanhares, certificando-se de massagear nas rachaduras para os produtos serem absorvidos de forma melhor pela pele. Pressione o hidratante que você escolheu com os dedos para que ele penetre nas fissuras completamente, e só então coloque meias para fazer o produto agir por um período mais longo.
    Se você costuma tratar seus pés à noite, use meias para dormir para potencializar o uso do produto. Lave seus pés suavemente pela manhã para remover qualquer excesso de creme. Seque suavemente e pode calçar seus sapatos para sair no dia seguinte sem qualquer problema.

    Trate do Problema se ele já Estiver Instalado
    Se você já possui um pé rachado a longos anos, não há problema. Aplique um gel ou bandagem de pulverização na região com regularidade. Tente fazer isso em fissuras profundas para proteger a pele, reduzir a dor e incentivar a rápida cicatrização. Qualquer coisa que você pode fazer para ajudar a reduzir o movimento da pele em torno de seu calcanhar, incluindo o uso de pastilhas e sapatos fechados confortáveis, também vai ajudar a encorajar uma cicatrização mais rápida.

    Faça Uso de Sapatos Fechados
    Para evitar o problema, uma boa pedida é evitar sapatos com calcanhar abertos, que tendem a deixar a região mais seca e causar rachaduras. Sapatilhas são substitutos bacanas para o uso do dia a dia e podem evitar problemas de coluna por não saber andar. Tênis são os ideais se você caminha bastante no seu dia a dia.

    Caso o Problema Seja mais Profundo e Antigo, Vá a um Profissional
    Se seu problema é antigo e medidas caseiras não ajudaram, faça uma consulta médica. Consulte um podólogo se as rachaduras em seus saltos foram desenvolvidas em fissuras profundas ou se o calcanhar não melhorar depois de uma semana de hidratação. Leve os produtos usados para que ele saiba como você tratou e possa lhe indicar um tratamento mais eficiente.


    Higienize os Pés Para Evitar Doenças
    Uma boa dica para manter os pés bem limpos é usar uma solução de peróxido de hidrogênio ou vinagre com água e levar os pés a imersão para matar os germes ou fungos que podem estar dentro das rachaduras do calcanhar. Faça isso ao menos uma vez por semana para garantir a manutenção da região enquanto as rachaduras não somem.

    Cuide do Seu Peso, e Você Estará Cuidando do Seu Pé Também
    Perder peso é uma boa pedida se você estiver com sobrepeso ou obeso. Carregar peso em excesso pode colocar muita pressão sobre a almofada de gordura sob seu pé e causar rachaduras no calcanhar. Também não faz bem para a pele e joelhos, que estão trabalhando sobrecarregadas.

    terça-feira, 23 de abril de 2013

    Clínica Básica de Fisioterapia I - Maca Antares + TENS/FES 4 canais + Ultra-som 1Mhz + Escada 2 Degraus + Mesa Auxiliar c/ Rodízios



    Por R$ 2.730,00  

    Parcele em 12x de R$ 227,50 sem juros
    ou 7% à vista
     R$ 2.538,90      (Veja Mais)
        


    Consultório Básico  de Fisioterapia

    Esta clínica/consultório foi montado levando-se em consideração a experiência de profissional de fisioterapia e vendo a necessidade básica para atuação do mesmo.


    Características Técnicas:

    Maca Antares

    Maca em madeira para massagem com um design que privilegia a força e a resistência, sem abrir mão da leveza, este modelo de maca massagem pode ser usado para várias atividades, sendo especialmente indicado para trabalhos mais vigorosos,de maior impacto.
    - Nosso modelo mais resistente e versátil (Maca de madeira).
    - Especial para trabalhos mais vigorosos de maior impacto.
    - Dimensões fechada: 90x70x20 cm.
    - Dimensões Aberta : 180 x 65 cm.
    - Peso : 14 Kg.
    - Altura regulável : 55 a 80 cm.
    - Capacidade Estática: 300 kg.


    TENS/FES HTM Clínico 4 Canais


    Equipamento de eletroestimulação TENS FES HTM com a mais alta tecnologia em microcontroladores.
    Design inovador que revoluciona o mercado de equipamentos eletromédicos. Considerado um dos mais modernos equipamentos para fisioterapia.
    Controle através de teclas soft touch e visualização de todos os parâmetros em display LCD.
    Possui 04 canais de saídas independentes e 09 modos de operação. Controles variáveis de todos os parâmetros de estimulação das correntes TENS / FES.
    Possui 11 protocolos pré-programados para otimizar os tratamentos e a utilização.


    Sonic Compact 1mhz (Ultrasom 1mhz)

    Ultra som digital fisioterápico portátil com freqüência de 1,0 Mhz.
    Design inovador que revoluciona o mercado de equipamentos eletromédicos. Considerado um dos mais modernos equipamentos para fisioterapia.
    Todos os parâmetros são visualizados em display LCD e operados por teclas soft touch.
    Com emissão contínua e 30 opções de pulsados na opção multi-freqüências, abrangem todos os tratamentos terapêuticos através da micro-massagem profunda. Oferece, ainda, 10 protocolos de tratamento ultrason para auxiliar as aplicações.


    Escada 2 Degraus


     
    Escada hospitalar de aço tubular redondo, 2 degraus , com anti-derrapante e ponteira nos pés.


    Mesa Auxiliar com Rodízios

    Mesa de consultório com duas plataformas para colocar aparelho;
    Tamanho 40 x 40 x 80cm;
    Possui rodíziose:


    quinta-feira, 18 de abril de 2013

    O cochilo pós-almoço que desestressa




    Recostar-se depois de comer e se entregar a alguns minutos de sono bota o sistema cardiovascular para descansar, aplaca os ânimos e, de quebra, renova a concentração para enfrentar o segundo turno no trabalho

    Sábios são os espanhóis, que, diariamente, fecham as portas de seus estabelecimentos comerciais por volta da 1 hora da tarde para as reabrir somente lá pelas 3, quando retornam revigorados do sagrado período da siesta. O costume, que para nós brasileiros se traduz em tirar uma soneca depois de almoçar, se tornou alvo da ciência. Um time de psicólogos e neurocientistas do Allegheny College, nos Estados Unidos, avaliou os benefícios do sono diurno na recuperação cardiovascular após uma situação tensa. Para isso, separaram 85 pessoas em dois grupos. Um deles deveria dormir por 45 minutos durante o dia enquanto o outro permanecia acordado. Todos os participantes foram submetidos a testes de estresse. Os cientistas também aferiram a pressão arterial e constataram que ela se apresentou mais baixa entre a turma que repousou. Em outras palavras, o impacto negativo do nervosismo sobre as artérias foi revertido mais rapidamente.

    "Outros trabalhos já demonstraram que descansar após o almoço diminui a pressão sistólica", confirma o cardiologista Marco Antônio Gomes, do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, sem se espantar. Ao falar em pressão sistólica, ele se refere ao número de maior valor que aparece registrado no aparelho de medição.

    Os especialistas especulam que esse fenômeno seria comandado pelo cérebro, mais precisamente pelo sistema nervoso central, que é dividido em simpático e parassimpático. O primeiro acelera e o segundo coloca um freio nas funções fisiológicas. "Quando dormimos, há redução da atividade simpática, o que relaxa os vasos e diminui os batimentos cardíacos", explica o pneumologista especialista em sono Pedro Genta, do Hospital do Coração, em São Paulo. Entendeu então a lógica de uma soneca como sobremesa?

    A curta duração de um cochilo não desmerece suas qualidades. "Em 45 minutos, é possível atingir a fase três do sono", diz Pedro Genta (veja infográfico na página 70). Ou seja, dá tempo suficiente de ele se aprofundar a ponto de proporcionar vantagens ao corpo.

    Vale reforçar, porém, que é na escuridão da noite que o cérebro secreta um hormônio fundamental para que se adormeça bem pra valer: a melatonina. "Uma venda nos olhos ou um quarto escuro ajudam a simular o descanso noturno, potencializando a ação positiva da sesta", ensina Marco Antônio.

    Como a medicina está longe de ser uma ciência exata, a recomendação de deitar depois do almoço não é incontestável. "Há um estresse ao despertar, que intensifica a coagulação e a descarga de adrenalina, acelerando o coração", avisa Gomes. Segundo ele, suspeita-se que isso aconteça tanto no sono noturno como na sesta. "Por isso, ela não é indicada a quem tem alto risco cardiovascular, como diabéticos, obesos e fumantes", alerta.

    A essa advertência soma-se outra: "O cochilo pode diminuir a duração do repouso à noite, gerando sonolência e fadiga no dia seguinte, o que faz a pessoa sucumbir à sesta novamente, entrando em um círculo vicioso", diz a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, em São Paulo. Isso não significa que ela seja radicalmente contra a pausa em pleno expediente. "Quando o sujeito é privado do sono regular, muitas vezes precisa complementá- lo", opina. Nesses casos, aconchegar- se na poltrona seria bem-vindo.

    E, para quem quer mais um argumento para se render à moleza vespertina, aí vai: a tentação de mergulhar no sofá logo que acaba a refeição atende a uma necessidade natural do organismo. "Durante a digestão, a circulação sanguínea se concentra na região visceral", explica Gomes. Daí que, carentes de abastecimento, o cérebro e o coração trabalham em marcha lenta e a sonolência impera. Assim, quando surgir um ímpeto irresistível de tirar uma pestana, ninguém deveria acusá-lo de preguiçoso! Afinal, há um bom motivo fisiológico.

    O despertar da memória
    Se você puder se dar ao luxo de se entregar ao travesseiro por 90 minutos à tarde, sua capacidade de reter informações aumentará. Foi o que o pesquisador Avi Karni, da Universidade de Haifa, em Israel, verificou ao finalizar um experimento em que também comparou indivíduos que fizeram a sesta com outros que se mantiveram em vigília no período vespertino. "Quando dormimos depois de uma tarefa de leitura, por exemplo, as áreas cerebrais responsáveis pela consolidação da memória permanecem ativas", diz Karni a SAÚDE!. "A vantagem é que essa região fica inteiramente dedicada ao registro, sem interferência de fatos ou experiências externas que desviam nossa atenção o tempo todo quando estamos em alerta", completa.

    As fases do adormecer
    Como os períodos do sono repercutem no organismo

    O sono cumpre ciclos de 90 minutos em que se alternam as etapas classificadas como NREM e REM. A primeira é subdividida em quatro estágios. Os dois iniciais se caracterizam pela liberação da melatonina, que marca o início do relaxamento, a redução do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Nos dois últimos, ocorre o aprofundamento do descanso. No sono REM, nós sonhamos e processamos as informações assimiladas durante o dia. Acredita-se que os 45 minutos de cochilo diurno sejam capazes de contemplar pelo menos as três primeiras fases do sono NREM, promovendo os efeitos descritos abaixo.

    1. No sistema nervoso central, cai a atividade do sistema simpático, aquele que agita o organismo, e predomina o parassimpático, que faz o coração trabalhar mais devagar e a pressão baixar.

    2. A calmaria induz a queda dos níveis de cortisol no sangue, o hormônio do estresse. Daí, o nervosismo e a ansiedade vão embora.

    E o almoço?
    Tirar uma pestana após uma refeição pesada, especialmente quando o indivíduo fica deitado, pode fazer com que o conteúdo estomacal retorne para o esôfago, provocando mal-estar, como azia ou enjoo. Sesteie, sim, mas como complemento de uma refeição mais leve.


    quarta-feira, 17 de abril de 2013

    Benefícios e Propriedades do Chá de Folha de Pitanga





    A pitangueira é a uma arvore nativa encontrada na Mata Atlântica, nas florestas semidecidual (as árvore trocam apenas parte da folhagem) e em regiões de clima subtropical. Apitanga é o fruto da pitangueira (Eugenia uniflora L.), sendo também conhecida como cerejeira-brasileira, pitanga-vermelha, pitanga-do-mato, brazilian cherry ou surinam cherry (inglês). Essa árvore é famosa por sua capacidade de produzir uma das frutas mais versáteis do Brasil, sendo a pitanga conhecida por chefes de cozinha do mundo todo. Atualmente, a pitangueira faz parte do RENISUS (Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS), devido à suas propriedade medicinais.
    A pitangueira é uma planta cultivada em muitos países, sendo adequada para a produção de sumo, polpa congelada e chá. Os óleos essenciais das folhas de pitanga contêm substâncias que são uteis em cosméticos, sobretudo em cremes anti-acne e loções e cremes para revitalização. Um simples chá de folhas de pitanga pode ajudar no combate à febre e problemas gastrointestinais, bem como dores reumáticas.
    O óleo da folha da pitanga possui fortes propriedades adstringentes (teor de tanino naturalmente elevado), sendo muito útil para normalizar a produção excessiva de sebo no couro cabeludo (cabelos oleosos) e a dermatite seborreica. O óleo da folha de pitanga é rico em vitaminas que ajudam a rejuvenescer o cabelo, além de ser muito rico em ácidos alfa-hidroxi. Os ácidos alfa-hidroxi possuem benefícios no tratamento para o rejuvenescimento da pele, sendo conhecido por sua capacidade ajudar no tratamento de acne a rugas. De acordo com pesquisas, os ácidos hidroxi-alfa possuem a capacidade de penetrar a haste do cabelo e causar um impacto na estabilidade da queratina, proteína que forma a estrutura do cabelo e contribui para a sua força.
    O óleo da folha de pitanga também possui propriedades repelente. As folhas da pitanga são usadas na medicina popular brasileira ao longo de centenas de anos. Os extratos e óleo da folha de pitanga são consideradas eficazes contra muitas doenças, e são utilizados na medicina alternativa em remédios contra a febre, reumatismo, doenças do estômago, diarreia, perda de peso, hipertensão arterial, febre amarela, gota, malária e também como estimulante menstrual. Devido às suas propriedades alcalinas, também é utilizada como expectorante e digestivo.
    A folha de pitanga também é uma boa fonte de vitamina A, vitamina C, ferro e iodo. Tem ação anti-diarreica. O óleo da folha de pitanga é composto de quantidades substanciais do antioxidante licopeno, beta-criptoxantina, gama-caroteno e rubixantina. Esta planta é utilizada na medicina tradicional da America do Sul como um anti-hipertensivo, porque possui propriedades vasodilatadoras, e também tem um efeito diurético. O óleo da folha ainda tem propriedade antibacteriana.